Espelho meu Reflete a superfície de mim. A distorção pálida do que ferve por dentro. Vulcaneamento ardente Espelho meu Só és a existência pela luz que nos ilumina Reflete o que me ilumina Não és resposta do que sou Sim, submissão do que nos ilumina Por fora E minhas profundidas intactas, seguem sem ti E me conduzem para além, dá sua superfície fria e frágil. Então, sei que não sou reflexo Sou o que emana Dia e noite