Pular para o conteúdo principal

Linha de fuga

Não tenho escrito novos poemas. Então, varrendo textos antigos, encontro este a seguir, revisitado. Não tinha nome. Nomeei

Linha de fuga

Um passo à frente
Abismo

Então, fico por aqui,
com a boa conversa
de quem me ama
E o leito aquecido em mais uma noite
de amor tórrido.


Publicado originalmente em agosto de 2016.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poemas de trincheira

Esta página de poesia existe no Facebook. Republicarei poemas e os novos. Ficarão  acessíveis para um público mais amplo. Espero que gostem. Paulo Santos

Kaô Kabecilê

Leve Leve Depois que tudo que me incomoda Ter sido posto na fogueira Leve Não me sinto vazio Sim, completamente envaziado De todas as dores Minha anfitriã disse-me: ponha na fogueira de Xangô. Eu pus Meu pus Meus odores quase fétidos. Que exalavam intensos. Cessaram Não me asfixiam  Não doem. Não corroem Só sinto o esvazio Daquilo que me excedia. Como é bom sentir-me assim Quase completo Quase certo Em paz. Como é bom ter paz.

Abismo

No limite das fronteiras e trincheiras                    limito-me à simplicidade Escolho a quem amar ainda          que                não                      seja                            amado